Para prevenir contra a poliomielite e o sarampo, campanha enfatiza que vacinar é o melhor remédio

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Termina em 31 de agosto (sexta-feira) a Campanha Nacional de Vacinação contra a Poliomielite e o Sarampo em todas as unidades de PSF, além da Policlínica.

A campanha foi lançada pelo Ministério da Saúde, mesmo estando o Brasil livre da poliomielite desde 1990. Quatro anos depois, o país recebeu da Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS) a Certificação de Área Livre de Circulação do Poliovírus Selvagem.

Entretanto, para evitar a reintrodução dessas doenças no território nacional, o Ministério da Saúde recomenda manter a cobertura vacinal em um patamar acima de 95% em todos os municípios.

Para alcançar essa meta, Itabira precisa vacinar mais de 5,5 mil crianças. Preocupa o fato de, a oito dias do fim da campanha, constatar que 40% dessas crianças ainda não foram vacinadas

De acordo com balanço preliminar da Secretaria Municipal de Saúde, foram imunizadas, até nessa quarta-feira (22), 3.251 crianças (61,5%) contra a poliomielite, enquanto 3.519 (59,02%) foram vacinadas contra o sarampo.

A vacina é a forma mais eficaz de impedir o reaparecimento dessas doenças. Como forma de garantir a cobertura total contra o sarampo, mesmo para o caso de crianças com até cinco anos e que já tomaram alguma dose da vacina, o recomendável é que voltem a tomar a vacina tríplice viral.

Thereza Horta diz que a vacina é a melhor forma de impedir o retorno dessas doenças

E para se prevenir contra a poliomielite, crianças que ainda não foram vacinadas devem ser imunizadas com a Vacina Inativada Poliomielite (VIP).

No caso das crianças menores de cinco anos e que já tomaram pelo menos uma dose da vacina, essas devem receber apenas a gotinha (Vacina Oral Poliomielite).

“No caso da poliomielite, muitos pais ou responsáveis por crianças menores se descuidam da vacinação, por considerar que a doença está erradicada”, constata a superintendente de Vigilância em Saúde, Thereza Cristina Oliveira Andrade Horta.

“É como se o perigo não existisse mais”, diz ela, que adverte: “Se não vacinar, inevitavelmente a doença pode voltar a se tornar um risco.”

Segundo ela, lamentavelmente é o que se observa em relação ao sarampo, doença que tem sido novamente registrada em vários estados brasileiros “O retorno dessa doença só ocorre pelo fato de muitas pessoas não terem sido imunizadas.”

Portanto, para não contrair essas doenças, prevenir com a vacinação é o melhor remédio.

Procure o posto de saúde mais próximo ou a policlínica. Mesmo com o fim da campanha, as vacinas ficam disponíveis durante todo o ano nos postos de saúde do município.

 

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