Os Exércitos, tantas vezes, como moinhos, acham que podem triturar a humanidade

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Por Marcelo Procopio

“Preste atenção, o mundo é um moinho
Vai triturar teus sonhos tão mesquinhos
Vai reduzir as ilusões a pó” (Cartola)

—Escrevendo sem pensar, como uma máquina de palavras: experimentações verbais—

As Forças Armadas dos Estados Unidos são o maior empregador do mundo entre todos os setores da economia. E é o que mais cria guerras e destruições em massa.

As FFAA da China vêm em segundo lugar, com apenas alguns milhares a menos.

O exército dos Estados Unidos é de longe o mais poderoso e o que mais gera empregos (Foto: Luke Sharret/Getty Images)

Entre os 11 maiores empregadores do planeta, há mais Exércitos: da Rússia, Índia, e Coreia do Norte.

(Israel também tem um Exército fabuloso em quantidade, armamento pesado e de alta tecnologia e violência. Só não está entre os 11 maiores porque só tem 8,5 milhões de habitantes. Para efeito de comparação, a Coreia do Norte tem 25,4 milhões).

Exército da Rússia já foi o segundo maior, mas ainda é poderoso (Foto: Tatyana Makeyba/Getty Images)

As Forças Armadas dos EEUU, com seus presidentes bélicos, inventam guerras como se fossem para proteger a todos contra o grande inimigo. Quais? Responda quem for capaz).

São “superpaíses” (sic) como Iraque, Afeganistão, Irã e a pobre coitada da Palestina, que luta para ser um Estado autônomo, mas Israel/ Estados Unidos não permitem, apesar da decisão da ONU pelos direitos da Palestina, já votado e aprovado pelo organismo mundial.

Mas qualquer um sabe que o interesse é interno e externo. E é para se manter como o grande império do mundo. É para manter a indústria das armas em desenvolvimento, produção em larga escala e em alerta.

O que manda é o mesmo que mata.

Soldado chinês, disciplina e obediência em massa (Foto Press/Getty Images)

E os problemas não se resolvem nunca. Porque é preciso, segundo eles, manter o mundo sob tensão.

O que faz evoluir o ódio por todo canto.

E até, sonhemos, o desafio de um dia, quem sabe, tudo virar, não pó, mas a pedra da paz.

A mó que não pode tritura ideias nem pessoas nem a autonomia de cada país.

“Imagine que não haja países? Que haja apenas toda a humanidade convivendo e repartindo felicidade e desenvolvimento material e cultural?”

Ah, doce ilusão.
Mas por que não, a nossa loucura humana encontre, em algum momento. O olhar do significado de estar vivo?
Ah, doce ilusão.

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Mudando de assunto para saúde pública

Muita gente desce o pau e acha que o SUS deve acabar no Brasil. O governo Temer junto com as empresas de saúde paga (as tais que vendem planos de saúde privada, a preços muito além da capacidade da maioria dos brasileiros)  estão se reunindo e desenvolvendo projeto para exterminar o SUS, reduzindo-o a sistema mínimo.

Aí a gente constata que “o Serviço Nacional de Saúde do Reino Unido é quem mais emprega na Europa. Criado em 1948, o NHS foi desenvolvido com o objetivo de se tornar no maior serviço nacional de saúde do mundo com financiamento público.

O acesso é gratuito para quem reside no Reino Unido, com exceção de algumas taxas”, escreve o Jornal Econômico, de Portugal.

Leia mais sobre os maiores empregadores do planeta no link abaixo

http://www.jornaleconomico.sapo.pt/noticias/quem-sao-os-11-maiores-empregadores-do-mundo-292990?utm_medium=Push%20Notificiation&utm_source=OneSignal&utm_campaign=OneSignal&photo=1

 

 

 

 

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1 comentário

  1. Mauro Andrade Moura on

    Uma bombinha aqui, um misselzinho alí uma aviãozinho que a D.Dilma não quis comprar e ficou a tombar…
    Cada bomba e a indústria bélica instalada na América do Norte fatura seus milhões de dólares.

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