Notícias de reinfecção com o coronavírus não precisam causar preocupação: entenda melhor

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Nathalie Ayres

VivaBem – No último dia 15 de agosto, um chinês foi diagnosticado pela segunda vez com coronavírus, 142 dias após a primeira infecção. Dessa vez, ele estava assintomático e foi submetido a um sequenciamento genético que mostrou algumas pequenas diferenças entre o vírus atual e o anterior, ou seja, era de fato um segundo Sars-CoV-2.

Mas, por mais que isso assuste, o imunologista Luiz Vicente Rizzo, garantiu em entrevista à blogueira Lúcia Helena que não é preciso perder o sono. “São milhões de pacientes infectados ao redor do mundo e, com muita boa vontade, deve existir apenas uma centena ou, no máximo, poucas centenas de casos de uma possível reinfecção. Ou seja, mesmo se todos eles forem confirmados como tal —e alguns podem nem ser —, estamos diante de um fenômeno muito raro”.

É importante saber que ter casos de reinfecção não significa que uma vacina contra o coronavírus também não funcionará, já que o risco de reinfecção também pode ocorrer com o vírus da catapora e da rubéola, por exemplo, e suas vacinas são consideradas eficientes.

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