Comunidades rurais de Itabira e Santa Maria de Itabira recebem orientações sobre emergência com barragens

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A assessoria de imprensa da Vale informa que neste mês de novembro, as Defesas Civis de Itabira e Santa Maria de Itabira, com apoio da mineradora, irão realizar mais uma etapa de implantação do Plano de Ação de Emergência de Barragens de Mineração (PAEBM).

Para isso, serão realizadas visitas às residências e estabelecimentos que fazem parte da zona de autossalvamento das barragens Santana e Borrachudo II.

Até sexta-feira (20), serão visitadas as comunidades rurais do Borrachudo e Morro Santo Antônio, em Itabira. Já em Santa Maria, serão visitadas as comunidades do Gaspar, Flor do Vale, Cordeiros, Córrego Lage e São Pedro.

Durante as visitas, os moradores dessas localidades irão receber informações sobre os sistemas de alerta de sirenes, rotas de fuga e pontos de encontro. E também de como agir em caso de emergência, com eventual rompimento de uma dessas estruturas.

A empresa assegura que a medida é preventiva. E que não houve alteração no nível de alerta das estruturas.

Nas visitas serão seguidos os protocolos de segurança e saúde para a prevenção e o combate ao novo coronavírus.

Mais informações pelo e-mail duvidas.barragens.itabira@vale.com ou pelo telefone 0800 039 6010.

Saiba mais

Em atendimento à solicitação deste site, a Vale confirma que iniciou em julho as obras de reforço no dique 2 da barragem Pontal – e também na barragem Santana. “O objetivo é aumentar o fator de segurança e dar sequência ao processo de descaracterização de suas estruturas a montante.”

A empresa enfatiza que a barragem Santana é uma estrutura de contenção de água e que foi construída pelo método a jusante. Entretanto, no passado, a barragem conteve o rejeito que descia pelo rio Jirau. Foi o que assoreou o seu leito e as suas margens até desaguar no rio Tanque, em Santa Maria.

Já o dique Borrachudo II é uma estrutura de contenção de sedimentos com 500 mil metros cúbicos de água. Foi construído em etapa única em terra compactada.

A sua função é conter sedimentos que podem descer da pilha de estéril existente acima da estrutura, já revegetada e estabilizada.

A região está sinalizada, com rotas de fuga para situações de emergência para o autossalvamento ou para o “salve-se quem puder” em caso de ruptura da estrutura.

Mas nem a defesa civil e também a Aecom Engenharia constataram a necessidade da remoção de moradores, segundo informou a este site o tenente-coronel Flávio Godinho, subcomandante da Defesa Civil de Minas Gerais.

 

 

 

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