Assistidos da Apae fazem caminhada e pedem para que população mantenha as doações voluntárias

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Após a realização de uma caminhada de professores e alunos nessa terça-feira (27), em celebração da Semana Nacional da Pessoa com Deficiência Intelectual e Múltipla, a presidente da Associação de Pais, Amigos e dos Excepcionais de Itabira (Apae), Maria Raimunda Lacerda Sobrinho, fez um apelo, na tribuna da Câmara, para que doadores mantenham a colaboração à entidade.

Ela fez também um pedido especial, aos que ainda não contribuem, para que passem a fazer parte dessa corrente que ajuda a manter a qualidade e a diversidade da assistência prestada aos alunos e demais assistidos da Apae.

Maria Raimunda, presidente da Apae, na tribuna da Câmara: apelo por mais doações (Fotos: Divulgação)

Segundo a presidente, a entidade recebe aportes financeiros da Prefeitura e dos governos estadual e federal, mas não são suficientes para fazer frente às demandas crescentes.

“Muitos itabiranos já colaboram com doações descontadas das contas de água e luz, ou por meio de mensageiros que vão as residências para receber as doações. Faço um pedido para que mantenham essas contribuições e para que mais itabiranos possam também colaborar.”

Segundo ela, qualquer queda dessa doação voluntária complica as finanças da entidade. “Não temos margem ou reserva de capital. Se as doações caem, nossa assistência acaba ficando comprometida.”

A presidente da Apae assegurou que a entidade mantém política de austeridade para bem empregar os recursos arrecadados e atender às demandas crescentes frente à assistência já prestadas aos assistidos.

Inclusão social

Neste ano, a Semana Nacional da Pessoa com Deficiência Intelectual e Múltipla teve como tema Família e pessoa com deficiência, protagonistas na implementação das políticas públicas. A programação teve início no dia 21, encerrando-se com a passeata e a manifestação de professores e alunos na Câmara Municipal.

De acordo com a presidente da Apae, a manifestação pelas ruas da cidade é uma forma de chamar atenção para a inclusão social das pessoas com deficiências físicas e intelectuais, inclusive para a inserção no mercado de trabalho.

Segundo ela, muitas empresas já empregam pessoas nessas condições, mas é preciso ampliar esse mercado de trabalho, inclusive, como forma de cumprir a legislação.

Para a presidente da Apae, a caminhada serve como meio de chamar a atenção para a situação da entidade e dos assistidos. “É também uma maneira de inclusão social, um momento especial para os nossos assistidos encontrar com o povo nas ruas e receber o carinho do itabirano”, salientou.

 

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