A ocupação dos rios Tanque e Santo Antônio

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Por Mauro Andrade Moura

Para falar e escrever a respeito da história de Itabira é sempre necessário recorrer aos arquivos, podendo ser o histórico e ao publicado. Como essa história está intrinsecamente ligada às antigas famílias, então temos sempre de tratar parte disso com a genealogia.

Revendo em nossos arquivos e anotações diversas, constatamos o seguinte:

A primeira família que chegou, e ficou em Itabira, era formada por Elias Corrêa de Alvarenga e Méssias Lemes de Andrade, ainda em 1720.

Deste casal descendem a maioria das pessoas das principais famílias do final do século XIX e início do século XX.

Por exemplo:

-uma bisneta deles, a Germana Hipólita Cassiana de Alvarenga casou-se com Antônio Pereira da Costa. Temos aí um dos filhos desse casal que é o primeiro Amaro Pereira da Costa, que foi casado com Maria Bárbara, filha de Francisco Luiz da Silva Brandão e Maria Cândida de Andrade. Então, o que parecia distante, sendo esse casal trinetos do Elias e da Méssias, ambos (Amaro e Maria Bárbara), apresenta-se bem próximo.

Desse casal, surge o segundo Amaro Pereira da Costa que casou-se com a Alice Amélia Drummond de Andrade, sendo ele quarto neto do Elias e da Méssias e ela pentaneta. Isto por ser ela bisneta do Major Lage, sendo este irmão da Germana Hipólita.

Casa de Câmara – Edifício Vereador Padre Lage, em Ferros. No destaque, rio Santo Antônio, também em Ferros (Fotos: Mauro Moura)

Do lado do pai Francisco de Paula Andrade, Alice Amélia, bem como o marido Amaro, também descendem do Elias e da Méssias. O pai Francisco de Paula era filho do Francisco Joaquim de Andrade, o qual era primo primeiro dos irmãos Major Lage e da Germana Hipólita.

O princípio econômico de Itabira se fez com a exploração do ouro de aluvião e depois passou para o sistema de catas e sarilhos, sendo que dessas minas o Pico do Cauê pertencia à família Andrade Lage. Aliás, em um tempo, todas as lavras no sentido noroeste/norte de Itabira pertenceram ao Major Lage (herdou boa parte do tio materno João Francisco de Andrade) e uma parte do pai (Francisco da Costa Lage), da qual descende a Alice Amélia (era neta do Major Lage).

Ficando por último a Mina do Santana ao Francisco de Paula Andrade e o Pico do Cauê ao irmão deste, o Cassemiro Carlos da Cunha Andrade. Considerando ainda que ambos casaram-se com duas filhas do Major Lage, eram a Senhorinha dos Santos e a Joanna Rosa.

Major Lage (Joaquim da Costa Lage) e Germana Hipólita se mostraram sempre bons irmãos, sendo até mesmo sócios em sesmarias e também vizinhos

em outras sesmarias na região de Brejaúbas/Cubas, no município de Ferros.

Outro irmão deles também possuía sesmarias nessa região, era o Manoel da Costa Lage.

Em consonância com a genealogia apresentada acima, Luiz Duarte Lage, também ele descendente do Elias Corrêa de Alvarenga e Méssias Lemes de Andrade, nos apresenta o modo de ocupação das barras dos rios Tanque e Santo Antônio:

Ocupação dos rios Tanque e Santo Antônio

Luiz Duarte Lage

Com o Decreto de D. João VI de doar terras para quem tivesse condição de torná-las produtivas, os netos e bisnetos de Elias Corrêa de Alvarenga e Mécias Lemes de Andrade desceram o rio Tanque até a sua foz no rio Santo Antônio e este até sua foz no rio Doce formando fazendas de agricultura.

Aqui cabe um destaque para Germana Hipólito Cassiana de Alvarenga, menina rica, irmã do famoso Major Lage. Casou-se com Antônio Pereira da Costa, um imigrante que nunca falou de sua origem, e foi assumir a gestão de seis léguas de sesmarias ao longo do ribeirão de Cubas, distante 3 dias de viagem de Itabira; terra esta conseguida em sociedade com seu irmão o Major Lage que era o gestor e principal acionista das minas de ouro da família. A relação dos dois irmãos era tão boa que alguns afirmam que a Germana era filha do Major Lage. Ela morreu em 1831 e deixou nove filhos.

Destaca-se que entre os descendentes da Germana não se conhece nenhum evento de conflito com índios. Quando algum índio entrava no chiqueiro da fazenda e matava um porco nada se fazia. Algum tempo depois os índios traziam outro animal morto e deixava no local.

Quando alguém adoecia chamava-se o primeiro índio que aparecesse, que observava o doente; sumia e voltava com plantas para tratá-lo.

Dos nove filhos de Germana , trinetos de Elias e Mécias, cinco casaram-se com trinetas do mesmo casal.

São eles: Álvaro e Irineu Pereira da Costa se casaram com Maria Barbara da Silva e Cassiana Luiz Andrade, filhas de Maria Cândida de Andrade bisneta do referido casal, casada com Francisco Luiz da Silva Brandão, donos da fazenda Duas Barras, em Joanésia.

Sebastião, Antônio e João Pereira da Costa casaram-se com Eufrásia Umbelina de Andrade, Eulália Bárbara de Andrade e Cândida Barbara de Andrade, todas filhas de João dos Santos Andrade, também trineto de Elias e Mécias, casado com Cândida Babosa de Almeida e donos da fazenda do Braço também em Joanésia.

Em 1855 Álvaro Pereira da Costa registrou, na paróquia de Joanésia, uma fazenda de sua propriedade, que confinava com o rio Santo Antônio pela esquerda e o rio Doce pela direita.

Em 2018 ainda se encontram descendentes de Elias e Mécias em Ferros, Cubas, Joanésia, Mesquita e Belo Oriente.”

Origem d’além mar dos antepassados de muitos itabiranos e demais pessoas da região:

Funchal – Madeira:

-Manoel Teles de Meneses (que também era Drummond), avô paterno de Maria Antônia Cândida de Jesus, mulher do Major Lage;

-Antônio João de Freytas Carvalho Drummond;

– A família Leme, que da Ilha da Madeira passou à vila de S. Vicente pelos anos de 1544 a 1550.

Açores:

-do lado da mãe, Maria Antônia Cândida de Jesus descende uma segunda vez dos Drummond; descende do Manuel da Luz Escórcio Drumond, oriundo dos Açores;

-Antônio Pereira da Costa, o primeiro, também era português, terá vindo dos Açores;

-Toledo Piza, Rodovalho e Albernazes;

-Os Câmaras (Vila de Lobos), Borbas Gatos e os Bicudos (ilha de São Miguel) também vieram dos Açores.

Portugal continental:

-de Sernacelle chegou Domingos da Costa Lage e deste todos os Lages da região;

-De Braga, temos Manoel Martins da Costa, portanto todos os Martins da Costa que conhecemos em nossa região;

-de Mezanfrio veio Antônio Vaz Guedes;

-Alvarengas vieram do Alentejo, bem como os Tavares que são de Beja;

-Sebastião de Freitas navegou de Silves – Algarves até Salvador e posteriormente até São Vicente – SP; tendo vindo também Gonçalo Simão Chassim oriundo de Portimão;

-Garcia Roiz e Isabel Velho partiram de Rio Tinto diretamente para São Vicente – SP, bem como Salvador Pires e seu pai João Pires;

-Os irmãos Estevam, Martin e Luís Gomes da Costa eram de Barcelos, instalaram-se também em São Vicente – SP;

-Os Andrades, provavelmente do Norte de Portugal ou da Galiza;

-Martin Afonso de Sousa, o fundador de São Vicente – SP, era de Vila Viçosa – Alentejo, bem como os Almeidas Castanhos que eram de Montemor-o-Novo;

-Domingos Luís, o Carvoeiro, de Marinhota, freguesia de Santa Maria da Carvoeira;

-os Pedrosos e os Moraes, também os Corrêas;

-João Ramalho, o primeiro a chegar, vindo da região de Braga, também seu genro Bartolomeu Camacho.

Da Espanha, temos Bartolomeu Bueno de Ribeira – o Sevilhano, e Balthazar Godoy – o Castelhano, os Tenórios de Aguilar.

João do Prado, vindo de Olivença, a qual era no Alentejo e hoje é da Extremadura espanhola.

Das Flandres, os Arzãos.

É sempre bom ter lembranças dos nossos antepassados e das terras onde passaram e viveram, bem como poder contar toda essa história.

 

 

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27 Comentários

  1. Oi, Mauro,

    Muito bacana.
    Coloquei o Elias no Google, mas não consegui ligar nem ao meu site nem ao Silva Leme (seria uma maravilha, porque ele é bem antigo). Por outros sites que vieram, notei que a genealogia dele não é muito conhecida. Você saberia os nomes dos pais dele ou dos pais da esposa? Se ligar ao Silva Leme provavelmente ligamos ao meu, por algum ascendente.
    Um grande abraço,
    Lênio

    • Mauro Andrade Moura on

      Bom dia, Jânio.

      A minha pesquisa ficou muito extensa e agora, nas releituras, venho fazendo os comentários do que encontrei e para proveito de todos que apreciem de memórias históricas.

      Venho percebendo, no grupo “Fotos Antigas de Itabira” que os participantes buscam memórias de no máximo 80 anos, porém, desse tempo para cá podemos considerar como atualidade e que os registros para serem encontrados são muito mais fácil devido às publicações de lá para cá.

      Vai sendo posto um capítulo por vez, mais simples e a leitura menos cansativa.

      Grato pela leitura,
      Mauro

    • Mauro Andrade Moura on

      Bom dia, Margarida.

      Sabe-se que uma das tradições dos judeus é fazer a contagem da própria família sempre, leia-se Números.
      Essa crónica e as outras já apresentadas aqui, é para apresentar a “Saga dos Cristãos-Novos” na criação não só de minha Itabira e Minas Gerais, vai mais além, a do Brasil.

      Das famílias citadas, os Lages descendem da Maria da Costa, já devidamente estudada pelos historiadores por todo o sofrimento que passou nos estaus de Lisboa e o pai dela, João d´Óculos, nos estaus de Évora.
      Os Alvarengas, bem sabemos que descendem dos irmãos Antônio e Manoel Rodrigues de Alvarenga. Antônio Alvarenga foi a mesma pessoa que auxiliou o também cristão-novo Padre Anchieta em seu primeiro milagre, conforme nos reporta Pedro Taques de Almeida em sua Nobiliarquia Paulistana.

      Os Buenos dessa região descendem do Amador Bueno de Ribeira, declamado na literatura brasileira como o Aclamado Rei de São Paulo, embora tenha declinado.
      E de Martin Afonso de Sousa, depois posto como Vice-Rei das Índias, temos como descendente também o nosso libertário Tiradentes.
      Borba Gato e suas disputas com o Nunes Viana tivemos a criação de Minas Gerais.

      Para citar alguns.

      Grato pela leitura,
      Mauro

  2. Luiz Duarte Lage on

    Boa tarde, primo Mauro,
    O texto ficou muito bom,
    Acho que conseguimos mostrar que os Itabiranos desbravaram bem mais do que os arredores da Cidade de Itabira, sem perder de vista a sua ideia de que somos de fato uma única família, que foi absorvendo imigrantes.
    Você sabe que o decreto de D.João era para matar os índios em guerra de extermínio e foi feito sob influência dos fazendeiros da Zona da Mata que viviam em guerra com os Puris.
    Os índios do Santo Antônio eram os Naknanuks e foram aldeados onde hoje existe o povoado de Naquenanuque e a cidade de Naque na fox do rio Santo Antônio. Eram índios pacíficos que foram absorvidos pelos colonizadores.
    Dei o destaque da convivência pacífica, para que meus ancestrais não fossem injustamente acusados de matadores de índios.
    Quanto ao Padre Lage (Francisco Lage Pessoa), que nasceu na fazenda Pouso Alto em Joanésia e que era neto de Norberto da Costa Lage irmão do Major Lage. A avó do padre chamava-se Anna Drummond.
    Tudo junto e misturado.
    O avô do padre Lage era farmacêutico e foi eleito deputado estadual em 1915 pelo município de Ferros.
    O padre Lage, grande desconhecido atualmente, foi preso e condenado pelo Governo Militar, conseguiu asilo no México, onde abandonou a batina e casou-se.
    Com o fim do regime militar voltou para BH onde foi eleito vereador e morreu.
    Um abraço
    Ps.
    Pretendo encontrar uma Naknanuk em minha arvore genealógica,
    Ela seria ancestral de Ana Vicentina Ferreira da Costa esposa de Manoel Gomes Duarte,

    • Mauro Andrade Moura on

      Muito bem, primo Luiz.

      Essa história, a partir de nossas pesquisas, vem e deve ser recontada devido aos muitos enganos e mesmo omissões apresentadas ao longo dos anos.
      Está completando agora praticamente trezentos anos da chegada dos nossos primeiros antepassados nessa região e isto devidamente registrado nos anais da história.
      Falta agora a releitura da Chorographia do Monsenhor Júlio Engrácia, conjugar as informações dele com os conhecimentos que absorvemos com os documentos que veem sendo encontrados.
      Grato pela efetiva colaboração,
      Mauro

    • Andre Carvalho on

      Boa noite Luiz Duarte, vi uma arvore genealógica e temos parentesco no passado por parte da Josina Pereira Lage, meu e-mail é andreandrade17@gmail.com, estou em busca de informações de antepassados meus e talvez podemos nos ajudar.

      Aguardo contato

  3. Israel Cardoso Costa on

    Tenho acompanhado com muito prazer estes artigos de pesquisas genealógicas, o que me propiciaram muito conhecimento da nossa Família Itabirana. Revejo que meu primeiro comunicado com o Luiz Duarte Lage vem do ano 2010. E muita duvida foi sanada, muita curiosidade descoberta. E mais recente ter o apoio do Mauro Moura concluiu todas minhas pesquisas iniciais. Parabens a mais este artigo, a quatro mãos, que como renova os sempre interessantes dados de nossa história.

    • Mauro Andrade Moura on

      Muito grato em ter o primo e amigo Israel como leitor, é uma honra.
      E foi por seu intermédio que vim conhecer o primo Luiz, que temos nos ajudado e muito para equacionar as dúvidas de um e de outro.

  4. Ângela Maria Ferreira Parma on

    Boa Tarde!
    Sensacional a leitura sobre ocupação dos Rios Tanque e S. Antônio.
    Esclareceu dúvidas em relação à sesmarias doadas por D. João.
    É sempre muito prazeroso a leitura dos textos que você encaminha.
    Muito obrigado.
    Ângela

    • Mauro Andrade Moura on

      Muito bem, Ângela.
      É sempre bom compartilhar as informações contigo, há sempre boa correspondência.
      E praticamente todas as Cartas de Sesmarias estão no Arquivo Ultramarino em Lisboa.
      Grato pela leitura.

  5. Marcio Silva. Souza on

    Fico fascinado ao ver as familias iam tecendo a rede de parentesco e a formação das novas familias. Parabèns Mauro Andrade. Sou Marcio Silva Souza, itabirano, sacerdote, descendente das familias Silva e Ferreira Maia e Rosa Souza. Gostaria de obter informacões so Major Camilo de Lellis Ferreira, Ferros, não sei bem sua origem e João da Silva Maia de São Sebastião do Rio Preto. Obrigado.

    • Mauro Andrade Moura on

      Então Márcio.

      Vi alguns registros do Major Camilo nos livros de Ferros e há uma relação direta dele com o Custódio da Silva Maia, porém não consegui fazer a ligação deste com o João da Silva Maia.
      Não sei se eram irmãos ou pai e filho.

  6. Eleurdes José do Carmo on

    Esqueceu da família Dias Leme uma das primeiras desta região, intitulado nesta região de os velhos Dias e também dos Teixeira e os nobres Ribeiro

    • Mauro Andrade Moura on

      Bom dia Eleurdes.

      Está bem lá no inicio da crônica a citatação a respeito da Messias LEMES de Andrade.
      Citado está os LEMES ou LEMS dos Açores, dos quais descendem todos os LEME e LEMES do Brasil.

      Grato pela leitura,
      Mauro

  7. Mauro!
    Obrigada por compartilhar tão precioso trabalho
    Agora preciso conhecer mais sobre Sernacelle, o início da minha origem.
    Muito agradecida

    • Mauro Andrade Moura on

      Bacana, Aguilay.

      Sernancelle é uma cidade medieval e o centro histórico é todo em pedras de granito, as calçadas e as casas.
      É próximo a Viseu e tu vais realmente gostar de lá ir.
      Grato pela leitura.

  8. Virgínia Linhares Lage on

    Olá Mauro.Sou tia da Raquel Linhares Pena e neta de Marcolino da Costa Lage.
    Pesquisa maravilhosa!.
    Fiquei emocionada com a carta do meu avô.
    Tenho muitas anotações sobre minha Família.
    Parabéns pelo trabalho!

    • Mauro Andrade Moura on

      Muito bem, D. Virgínia.

      A carta do seu avô Marcolino foi uma recolha do parente Ney Pena, lá de Ipoema.
      Há sempre uma história dos Lages em Ferros e digo sempre que ali deveria chamar-se era LAGE.
      No seu tronco familiar temos a ligação do Lage com o Moura.
      Grato pela leitura e comentário.

      • Olá Márcio. Tudo bem ?

        Sou de João Monlevade.

        O meu Lage veio de Ferros.
        Meu avô era Olimpio Carvalho Lage, filho de Olívio Olympio Lage(que era filho de Francisco da Costa Lage Neto) e Olyntha Lage(que era filha de Marcolino da Costa Lage)

        O pai de Marcolino era o João Dionísio da Costa Lage. E ele era irmão de Francisco da Costa Lage Neto. Ou seja, Senhorinha de Alvarenga esposa de Francisco Neto e cunhada de João Dionísio teve um filho com ele após a morte de Francisco Neto.

        O pai de João Dionísio e Francisco Neto foi o Manuel da Costa Lage , que era irmão do Major Lage.

        Manuel e Major Lage filhos do saudoso Francisco da Costa Lage e netos do ilustre Domingos da Costa Lage (português que originou os Lages na nossa região )

        Uma pergunta: os Lages do Rio de Janeiro(sobretudo Henrique Lage do Parque Lage e seu pai) originaram-se dos irmãos do Domingos ?

        Um abraço e parabéns por manter viva nossa memória.

        • Eu cometi um erro. Olívio Olympio nao era filho de Francisco da Costa Lage Neto, e sim neto.

          O pai de Olívio Olympio era Olimpio da Costa Lage.

          Ou seja, Olimpio da Costa Lage era meio irmão de Marcolino da Costa Lage, ambos filhos de Senhorinha Alvarenga.

          Agora está tudo certo,.

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